Dor Crônica = cérebro em alerta

Seu cérebro entra em modo de defesa quando sente dor por muito tempo. 

É comum em pessoas com dor, chegar um momento em que a dor começa a alterar o funcionamento do sistema nervoso. 

Isso se chama sensibilização

Imagine um alarme de incêndio extremamente sensível.

No começo, ele dispara porque realmente há fogo.
Mas depois de um tempo, ele continua tocando com o menor estímulo como o vapor de torrada. 

Na sensibilização, o sistema nervoso funciona assim: ele permanece em  estado de hiper alerta mesmo quando a ameaça da já diminuiu.

 

O corpo passa tanto tempo em estado de alerta por causa da dor que começa a reagir de forma exagerada a pequenos estímulos, como um cheiro, um som, um toque.

Com isso, o corpo todo fica mais sensível:

  • as dores aumentam
  • o cansaço piora;
  • o sono cai,
  • o corpo permanece em vigilância constante.

Essa pode ser uma das causas para que algumas pessoas sentirem dores intensas mesmo com exames aparentemente normais. É o sistema nervoso que aprendeu a funcionar em modo de proteção contínua.

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Músculo ou nervo?

Muita gente passa muito tempo tratando uma dor que acredita ser muscular,  mas a causa está no nervo.

Dores musculares e dores neuropáticas costumam ser confundidas, mas elas têm características diferentes.

A dor que tem origem no nervo tem alguns sintomas, como:

  • sensação de choque;
  • queimação;
  • formigamento;
  • dormência;
  • dor que “corre” pelo braço ou perna;
  • e a sensação de roupa incomodando.

Quando a gente entende qual é a estrutura que está gerando a dor, o tratamento fica mais assertivo e conseguimos melhores resultados. 

Procure um especialista em dor para o seu tratamento. 

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