Braço endurecido, difícil de abrir? Pode ser espasticidade

Quando há uma lesão no sistema nervoso central (cérebro ou medula), pode haver alteração na comunicação entre o cérebro e o músculo.

Os sinais que deveriam controlar o movimento passam a chegar de forma desorganizada, que levam o músculo a contrair continuamente e ficar rígido.

A espasticidade é comum após:

  • AVC
  • paralisia cerebral
  • traumatismo craniano
  • lesão medular
  • algumas doenças neurológicas


Isso impacta a qualidade de vida do paciente.

Abrir a mão, caminhar, vestir, realizar higiene… hábitos rotineiros podem se tornar mais difíceis com a rigidez do músculo (e possível dor).

A toxina botulínica relaxa o músculo, facilitando o movimento e diminuindo a dor.

Fazemos a aplicação com o auxílio do ultrassom para garantir máxima precisão.

Se você sofre com espasticidade, busque tratamento.

Há formas de melhorar a função e a sua qualidade de vida.

Para agendar uma consulta, entre em contato.

Toxina botulínica para espasticidade

Você sabe como a toxina botulínica (botox) pode ajudar a tratar músculos endurecidos pela espasticidade?

A toxina botulínica é aplicada no músculo para reduzir a rigidez e melhorar o movimento.

Benefícios:

  • diminui a dor
  • aumenta a mobilidade
  • melhora o movimento
  • auxilia no posicionamento da articulação na órtese
  • auxilia no processo de cuidado e higiene

Para agendar sua consulta, entre em contato.

Aplicação de toxina botulínica no músculo espástico

Para que serve a toxina botulínica?

A toxina botulínica é indicada para pacientes neurológicos com espasticidade para diminuir espasmos musculares e melhorar a amplitude dos movimentos.

Como é o tratamento?

A toxina botulínica é aplicada pelo neurologista ou fisiatra, de forma injetável diretamente no músculo espástico e seus efeitos duram cerca de 3-6 meses.

Logo após a aplicação é extremamente necessários o tratamento fisioterapêutico para manutenção dos efeitos da aplicação e evolução da funcionalidade motora.

A aplicação da toxina botulínica mais o tratamento fisioterapêutico há a diminuição da tensão muscular local, aumento da mobilidade articular, melhor adaptação de corteses e prevenção de deformidades.

 

Como tratamos a dor da espasticidade?

Uma pergunta que sempre recebo: a dor da espasticidade tem tratamento? Tem sim!

Controlamos a dor da espasticidade através do tratamento do tônus aumentado e dos espasmos musculares.

A aplicação de toxina botulínica, a fisioterapia e os medicamentos são grandes aliados.

Mas vale lembrar que este tratamento é multidisciplinar e o fisiatra irá bolar um Plano de Tratamento completo para tratar os sintomas que prejudicam sua qualidade de vida e melhorar a sua função e autonomia.

Perguntas e Respostas sobre Toxina Botulínica para Espasticidade

1.Como a toxina age no músculo?

A toxina diminui a tensão do músculo que está espástico (endurecido), de forma que melhore a funcionalidade.

 

2.A aplicação de toxina botulínica dói?

Algumas pessoas podem sentir dor no local após a aplicação, mas não é um tratamento doloroso. A dor também depende da agulha utilizada (dou preferência para as agulhas mais finas e sutis).

 

3.A toxina botulínica devolve os movimentos?

A toxina ajuda a tratar a espasticidade e se a dificuldade de movimento for causada pela espasticidade, então ela pode ajudar, afinal, um músculo espástico tem o seu movimento prejudicado. Tratando a espasticidade, melhoramos a funcionalidade, e com isso, melhoramos o movimento como um todo.

Deixe suas dúvidas nos comentários!

 

 

“Esquecimento” de um lado do corpo após AVC

Pode acontecer por dois fatores:

1.Um AVC pode provocar espasticidade, que é o endurecimento dos músculos, prejudicando o movimento. Com a espasticidade, a pessoa pode perder força. E, com isso, ela pode ter a sensação de que seu corpo “se esqueceu” como se movimenta (geralmente ocorre apenas em um lado do corpo).

2.Além disso, há uma síndrome chamada heminegligência. É uma condição incapacitante bem difícil de diagnosticar, inclusive para especialistas. Essa síndrome se apresenta como uma desorientação espacial não dominante (muitas vezes do lado esquerdo) após um evento patológico no hemisfério cerebral direito, como um AVC.

A heminegligência pode afetar o paciente de outras formas, como:

  • dificuldade de perceber o corpo e se localizar espacialmente
  • o paciente pode não perceber que “esqueceu” um lado do corpo
  • alterações de comportamento

Síndromes de dor pós-AVC mais comuns:

  • dor central pós-AVC
  • síndrome dolorosa complexa regional
  • dor musculoesquelética, incluindo subluxação do ombro
  • dor de cabeça pós-AVC

Procure um fisiatra para um diagnóstico eficaz e um plano de tratamento global!