Dor causa fadiga? Entenda a teoria das colheres

Sentir dor exige um gasto constante do sistema nervoso, pois ela mantém o organismo em estado de alerta contínuo, o que consome energia física e mental.

Portanto, a dor pode causar fadiga, mesmo quando não há esforço físico.

Existe uma forma simples de explicar isso, conhecida como teoria das colheres.

 

Teoria das colheres 

Imagine que cada pessoa acorda com uma quantidade limitada de energia disponível ao longo do dia (simbolizada por um número de colheres). 

Para quem convive com dor crônica, parte dessa energia é usada apenas para lidar com a dor.

Atividades comuns como trabalhar, interagir e manutenção da rotina passam a exigir mais esforço.

Ou seja, a pessoa com dor “gasta mais colheres” somente com o estresse do corpo em processar a dor.

Isso explica por que a fadiga pode acompanhar a dor crônica. 

Na dor crônica, o gasto energético contínuo do sistema nervoso contribui para o surgimento da fadiga.

Dor não é só local, é sistêmico.

Por isso, o tratamento precisa englobar todas as áreas da vida do paciente.

Para agendar sua consulta, entre em contato.



Qual é o custo de não tratar a dor crônica?

Você já calculou quanto gasta não tratando a dor, ou tentando a aliviar por conta própria, na hora da crise?

Sessões avulsas. Massagem. Remédios. Consultas emergenciais. Aquela geringonça que promete alívio. Palpites de internet que induzem ao erro (e a compras desnecessárias).

Fora o custo emocional: sono afetado, queda na saúde mental, sensação de fadiga.

A sensação é a de que está economizando, mas a dor crônica tem seu preço e, infelizmente, ela cobra juros.

Portanto, se for possível, invista em um cuidado mais completo com profissionais que você confia e sabe que são bons.

Dor é uma doença. E você merece um bom tratamento.

Para mais informações e agendamento, entre em contato.

Não é preguiça. Não é procrastinação. É dor!

Você já se sentiu culpado por não conseguir fazer as coisas por conta da dor?

Por ter que desmarcar compromissos, revisar prazos para se acolher e ainda escutar que era falta de força de vontade, compromisso ou “coisa da sua cabeça”?

Isto é algo muito comum na vida de quem sente dor, infelizmente.

A verdade é que só quem sente dor sabe o que é conviver com as crises.

Só quem vive, sabe o que é ter que gerenciar a energia entre as tarefas do dia e o desgaste físico e emocional de lidar com as dores.

Nem toda dor “tem cara” e nem sempre ela aparece nos exames.

Mas ela continua ali.

E, por isso, merece ser investigada com seriedade, tecnologia e acolhimento.

Dor tem tratamento. Compartilhe com quem precisa saber disso.

Para mais informações e agendamento, entre em contato.

Acordar com dor. Dormir com dor. E ninguém entender como isso desgasta.

Tentar de tudo: remédios, fisioterapia, profissionais renomados, repouso e atividade… e nada trazer alívio.

Você convive com dor há tanto tempo que ela virou parte do seu dia a dia?

Já atendi tantos pacientes com esta mesma queixa! Que sentem dor há anos e seguem ouvindo que este é o normal.

Que é pra acostumar. “Todo mundo com dor crônica sente isso”.

Mas eu, como médica fisiatra, questiono: será que precisa mesmo ser assim?

Existem abordagens diferentes para cuidar da dor.

Através da escuta, exame físico, tecnologia e técnica, é possível montar um plano de tratamento que não apenas acolha quem sente dor, mas que ajude a alcançar objetivos claros, bem definidos em consultório.

Não é que você está exagerando. Você não foi escutado da forma certa ainda.

Só entende a dor, quem sente.

Toda dor merece ser ouvida e tratada com acolhimento e técnica.

Envie para a pessoa que precisa ler isso.

O que eu desejo para você, que convive com a dor crônica

  • Que você tenha a possibilidade de se priorizar e se comprometer com o seu tratamento.
  • Que você possa contar com pessoas queridas para compartilhar a sua jornada em busco do bem estar.
  • Que você não desista do seu tratamento.
  • Que você entenda que tratar a dor crônica envolve melhorar todo o seu estilo de vida.
  • Que você não precise passar por tantas frustrações até encontrar profissionais e tratamentos que te ajudem a viver melhor.

 

Sugestões de presentes para pessoas com dores crônicas

Uma sessão de massagem terapêutica:

Massagens são aliadas poderosas no alívio da dor, tensão e estresse, principalmente ao desfazer os pontos gatilhos de dor (os famosos “nós”).

 

Almofadas de apoio:

Almofadas ortopédicas para costas, pescoço (dependendo de onde for a dor), ou almofadas de aquecimento/gel podem oferecer conforto e auxílio para aliviar a dor de forma imediata.

 

Presentes de entretenimento:

Pode ser livros, revistas, assinatura de Netflix (ou qualquer outro streaming) para ter acesso a filmes e séries que ajudam a relaxar e distrair a mente durante períodos de dor e reabilitação.

 

Roupas que permitam a liberdade:

Roupas de tecidos macios que oferecem conforto, como robe, pijama confortável ou conjuntos de tecidos leves, que proporcionam conforto e permitem os movimentos também são ótimas pedidas!

 

Estímulos à atividade física:

Roupas de malhar, bolas de exercício para ajudar na mobilidade, tapete de yoga ou até mesmo a sua companhia durante uma sessão de caminhada ao ar livre!

A ideia é incentivar a atividade física, que produz ótimos benefícios para o alívio da dor.

 

Velas aromáticas e outros cheirinhos relaxantes:

Óleos essenciais, difusores ou velas ajudam a criar um ambiente relaxante em casa, o que pode contribuir para reduzir a ansiedade.

O mesmo vale para sais de banho, chás relaxantes e outros itens que permitam um momento de relaxamento em casa.

 

Organizadores para casa:

Caixas organizadoras e outras ferramentas de organização ajudam muito a reduzir o estresse do dia a dia, em que a pessoa com dor precisa gastar mais energia procurando objetos.

 

Diário de gratidão e outras ferramentas Mindfulness:

Um diário para registrar momentos de gratidão ou um livrinho com mensagens de sabedoria ajudam a manter o olhar no copo meio cheio durante dias difíceis.