Estresse x Dor

Estresse tem muito mais a ver com dor do que parece.

Quando você vive em estado de tensão, o corpo também entra em alerta. 

Os músculos ficam mais contraídos, a respiração muda e o sistema nervoso se torna mais sensível.

Isso faz com que dores apareçam com mais facilidade, maior duração e frequência. 

A própria contração muscular que acontece quando estamos tensos já causa dor, muito comum no trapézio, pescoço e ombros, por exemplo. 

Por isso, tratar dor não é olhar só para o local que dói. 

É entender que todo o seu estilo de vida contribui para uma vida com mais ou menos dor.

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Qual é o custo de não tratar a dor crônica?

Você já calculou quanto gasta não tratando a dor, ou tentando a aliviar por conta própria, na hora da crise?

Sessões avulsas. Massagem. Remédios. Consultas emergenciais. Aquela geringonça que promete alívio. Palpites de internet que induzem ao erro (e a compras desnecessárias).

Fora o custo emocional: sono afetado, queda na saúde mental, sensação de fadiga.

A sensação é a de que está economizando, mas a dor crônica tem seu preço e, infelizmente, ela cobra juros.

Portanto, se for possível, invista em um cuidado mais completo com profissionais que você confia e sabe que são bons.

Dor é uma doença. E você merece um bom tratamento.

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Não é preguiça. Não é procrastinação. É dor!

Você já se sentiu culpado por não conseguir fazer as coisas por conta da dor?

Por ter que desmarcar compromissos, revisar prazos para se acolher e ainda escutar que era falta de força de vontade, compromisso ou “coisa da sua cabeça”?

Isto é algo muito comum na vida de quem sente dor, infelizmente.

A verdade é que só quem sente dor sabe o que é conviver com as crises.

Só quem vive, sabe o que é ter que gerenciar a energia entre as tarefas do dia e o desgaste físico e emocional de lidar com as dores.

Nem toda dor “tem cara” e nem sempre ela aparece nos exames.

Mas ela continua ali.

E, por isso, merece ser investigada com seriedade, tecnologia e acolhimento.

Dor tem tratamento. Compartilhe com quem precisa saber disso.

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Acordar com dor. Dormir com dor. E ninguém entender como isso desgasta.

Tentar de tudo: remédios, fisioterapia, profissionais renomados, repouso e atividade… e nada trazer alívio.

Você convive com dor há tanto tempo que ela virou parte do seu dia a dia?

Já atendi tantos pacientes com esta mesma queixa! Que sentem dor há anos e seguem ouvindo que este é o normal.

Que é pra acostumar. “Todo mundo com dor crônica sente isso”.

Mas eu, como médica fisiatra, questiono: será que precisa mesmo ser assim?

Existem abordagens diferentes para cuidar da dor.

Através da escuta, exame físico, tecnologia e técnica, é possível montar um plano de tratamento que não apenas acolha quem sente dor, mas que ajude a alcançar objetivos claros, bem definidos em consultório.

Não é que você está exagerando. Você não foi escutado da forma certa ainda.

Só entende a dor, quem sente.

Toda dor merece ser ouvida e tratada com acolhimento e técnica.

Envie para a pessoa que precisa ler isso.

Sugestões de presentes para pessoas com dores crônicas

Uma sessão de massagem terapêutica:

Massagens são aliadas poderosas no alívio da dor, tensão e estresse, principalmente ao desfazer os pontos gatilhos de dor (os famosos “nós”).

 

Almofadas de apoio:

Almofadas ortopédicas para costas, pescoço (dependendo de onde for a dor), ou almofadas de aquecimento/gel podem oferecer conforto e auxílio para aliviar a dor de forma imediata.

 

Presentes de entretenimento:

Pode ser livros, revistas, assinatura de Netflix (ou qualquer outro streaming) para ter acesso a filmes e séries que ajudam a relaxar e distrair a mente durante períodos de dor e reabilitação.

 

Roupas que permitam a liberdade:

Roupas de tecidos macios que oferecem conforto, como robe, pijama confortável ou conjuntos de tecidos leves, que proporcionam conforto e permitem os movimentos também são ótimas pedidas!

 

Estímulos à atividade física:

Roupas de malhar, bolas de exercício para ajudar na mobilidade, tapete de yoga ou até mesmo a sua companhia durante uma sessão de caminhada ao ar livre!

A ideia é incentivar a atividade física, que produz ótimos benefícios para o alívio da dor.

 

Velas aromáticas e outros cheirinhos relaxantes:

Óleos essenciais, difusores ou velas ajudam a criar um ambiente relaxante em casa, o que pode contribuir para reduzir a ansiedade.

O mesmo vale para sais de banho, chás relaxantes e outros itens que permitam um momento de relaxamento em casa.

 

Organizadores para casa:

Caixas organizadoras e outras ferramentas de organização ajudam muito a reduzir o estresse do dia a dia, em que a pessoa com dor precisa gastar mais energia procurando objetos.

 

Diário de gratidão e outras ferramentas Mindfulness:

Um diário para registrar momentos de gratidão ou um livrinho com mensagens de sabedoria ajudam a manter o olhar no copo meio cheio durante dias difíceis.

 

 

Já ouviu a frase: “seu exame não justifica a sua dor”?

Já recebi diversos pacientes que passaram por uma situação em que fizeram vários exames, os médicos não encontraram nenhuma lesão e, portanto, invalidaram a dor do paciente.

Para estes pacientes, tento explicar o seguinte: dor não é igual lesão!

Não necessariamente vamos achar uma lesão que justifique a dor.

Dor é uma resposta do cérebro a algum estímulo. E esse estímulo pode estar vindo de uma lesão ou não.

O ponto não é o estímulo em si, mas como o cérebro interpreta.

Ninguém pode invalidar a dor que vocês está sentindo. Só você sabe o que está passando. Procure profissionais que acolham suas necessidades com o devido cuidado.

Estou aqui para te apoiar nesse processo, entre em contato.