Te desinfluenciando como médica da dor – segundo a ciência

1. Má postura não causa dor lombar

A ciência não encontrou evidências que a dor lombar é causada pela postura.

O que de fato ajuda é variar as posições ao longo do dia e manter-se ativo.

*Slater et al., Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, 2019.

2. Nem sempre que dói, o melhor ficar em repouso

O repouso prolongado pode aumentar a perda de força e rigidez, causando mais dor.

Em alguns casos, ele é recomendado. Mas, o movimento  orientado por um profissional faz parte da maior parte dos tratamentos de dor.

* Diretrizes internacionais para dor lombar.

3. Dor crônica não é coisa da sua cabeça: é uma doença

Reconhecida pela Classificação Internacional de Doenças (CID-11).

E tem tratamento. 

4. Não é normal sentir dor “porque está envelhecendo”.

Dor merece investigação, sempre. Independente da idade. 

Tratar dor com ciência começa com uma pergunta simples:

Como a melhor evidência científica pode ajudar hoje a melhorar a sua dor?

Para agendar sua consulta, entre em contato.

Coisas que eu aprendi sendo médica da dor no Rio de Janeiro

A primeira coisa é que a dor muda vidas, e impacta muito mais do que o corpo. 

Ela impacta os relacionamentos, a saúde mental, o trabalho, a autoestima, e praticamente todas as áreas da vida do paciente. 

Por isso a gente tem que olhar pro paciente de dor como um todo, porque a dor afeta como um todo. 

O segundo aprendizado é que a dor nem sempre aparece nos exames e isso costuma gerar angústia nos pacientes, principalmente aqueles que passam anos sem o diagnóstico correto, procurando a explicação e um tratamento efetivo para essa dor. 

A terceira coisa que eu aprendi é que não existe solução mágica para dor. Eu também gostaria que existisse, gente, mas não existe, e se alguém te prometer isso, desconfie.

Tratamento bom  pra dor é multidisciplinar, unindo estratégias e ajustando todo o estilo de vida do paciente. 

O quarto aprendizado é que dor é individual, ou seja, cada pessoa sente e vivencia a dor de uma forma diferente

E,  cada paciente também responde de forma diferente ao tratamento, e é por isso que ele precisa ser individualizado. 

Por último, que tratar a dor é tratar a pessoa, e não apenas o diagnóstico. 

Já me segue por aqui pra ficar por dentro do universo da dor crônica e da fisiatria descomplicada.


Qual é o custo de não tratar a dor crônica?

Você já calculou quanto gasta não tratando a dor, ou tentando a aliviar por conta própria, na hora da crise?

Sessões avulsas. Massagem. Remédios. Consultas emergenciais. Aquela geringonça que promete alívio. Palpites de internet que induzem ao erro (e a compras desnecessárias).

Fora o custo emocional: sono afetado, queda na saúde mental, sensação de fadiga.

A sensação é a de que está economizando, mas a dor crônica tem seu preço e, infelizmente, ela cobra juros.

Portanto, se for possível, invista em um cuidado mais completo com profissionais que você confia e sabe que são bons.

Dor é uma doença. E você merece um bom tratamento.

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Não é preguiça. Não é procrastinação. É dor!

Você já se sentiu culpado por não conseguir fazer as coisas por conta da dor?

Por ter que desmarcar compromissos, revisar prazos para se acolher e ainda escutar que era falta de força de vontade, compromisso ou “coisa da sua cabeça”?

Isto é algo muito comum na vida de quem sente dor, infelizmente.

A verdade é que só quem sente dor sabe o que é conviver com as crises.

Só quem vive, sabe o que é ter que gerenciar a energia entre as tarefas do dia e o desgaste físico e emocional de lidar com as dores.

Nem toda dor “tem cara” e nem sempre ela aparece nos exames.

Mas ela continua ali.

E, por isso, merece ser investigada com seriedade, tecnologia e acolhimento.

Dor tem tratamento. Compartilhe com quem precisa saber disso.

Para mais informações e agendamento, entre em contato.

Acordar com dor. Dormir com dor. E ninguém entender como isso desgasta.

Tentar de tudo: remédios, fisioterapia, profissionais renomados, repouso e atividade… e nada trazer alívio.

Você convive com dor há tanto tempo que ela virou parte do seu dia a dia?

Já atendi tantos pacientes com esta mesma queixa! Que sentem dor há anos e seguem ouvindo que este é o normal.

Que é pra acostumar. “Todo mundo com dor crônica sente isso”.

Mas eu, como médica fisiatra, questiono: será que precisa mesmo ser assim?

Existem abordagens diferentes para cuidar da dor.

Através da escuta, exame físico, tecnologia e técnica, é possível montar um plano de tratamento que não apenas acolha quem sente dor, mas que ajude a alcançar objetivos claros, bem definidos em consultório.

Não é que você está exagerando. Você não foi escutado da forma certa ainda.

Só entende a dor, quem sente.

Toda dor merece ser ouvida e tratada com acolhimento e técnica.

Envie para a pessoa que precisa ler isso.