Movimentos sem controle? Pode ser distonia

A distonia é uma alteração neurológica do controle do movimento. distonia

O músculo contrai de forma involuntária. 

Pode aparecer como:

  • contrações repetidas
  • partes do corpo saindo da posição ou sendo “puxadas” involuntariamente
  • dificuldade de manter o movimento controlado
  • dor associada

Áreas mais comuns:

  • pescoço (desvio, rotação, sensação de estar sendo puxada)
  • pálpebras (fechamento involuntário)
  • mãos
  • face

A toxina botulínica reduz a contração dos músculos envolvidos, ajudando no controle do movimento.

A aplicação é direcionada e realizada com ultrassom para máxima precisão.

 Se você ou alguém que você ama sofre com distonia, busque tratamento.

Viver com mais autonomia e qualidade de vida é possível!





Braço endurecido, difícil de abrir? Pode ser espasticidade

Quando há uma lesão no sistema nervoso central (cérebro ou medula), pode haver alteração na comunicação entre o cérebro e o músculo.

Os sinais que deveriam controlar o movimento passam a chegar de forma desorganizada, que levam o músculo a contrair continuamente e ficar rígido.

A espasticidade é comum após:

  • AVC
  • paralisia cerebral
  • traumatismo craniano
  • lesão medular
  • algumas doenças neurológicas


Isso impacta a qualidade de vida do paciente.

Abrir a mão, caminhar, vestir, realizar higiene… hábitos rotineiros podem se tornar mais difíceis com a rigidez do músculo (e possível dor).

A toxina botulínica relaxa o músculo, facilitando o movimento e diminuindo a dor.

Fazemos a aplicação com o auxílio do ultrassom para garantir máxima precisão.

Se você sofre com espasticidade, busque tratamento.

Há formas de melhorar a função e a sua qualidade de vida.

Para agendar uma consulta, entre em contato.

Toxina Botulínica para Sialorreia

Acúmulo de saliva e dificuldade de deglutição depois de doença neurológica é muito comum e tem tratamento.

Este sintoma é comum em casos como Doença de Parkinson, Esclerose Lateral Amiotrófica e após Acidente Vascular Cerebral.

A toxina botulínica  age direto nas glândulas salivares, diminuindo o estímulo que faz produzir saliva.

Com isso, a quantidade de saliva reduz de forma controlada.

A aplicação é rápida, em pontos específicos, e o efeito dura por alguns meses.

Os resultados costumam ser excelentes, com os pacientes relatando mais conforto e confiança após o procedimento.

Já me segue para não perder mais informações como essa, e para agendar sua consulta entre em contato.

Nem toda dor na lombar vem da coluna – entenda como diferenciar

  1. Dor de origem muscular:
  • Dor localizada, que piora ao usar o músculo específico ou após esforço.
  • Geralmente melhora com alongamento ou fisioterapia.
  1. Origem articular ou ligamentar:
  • Dor profunda, às vezes com rigidez pela manhã.
  • Pode limitar certos movimentos, mas não aparece necessariamente no exame de imagem.
  1. Dor referida:
  • Dor lombar causada por problemas em outra região, como quadril, abdômen ou até fibromialgia.
  • Muitas vezes a dor muda de lugar ou tem sensação difusa.
  1. Sinais de alerta:
  • Dor súbita intensa, febre, perda de força ou alterações sensoriais.
  • Esses sinais indicam a necessidade de avaliação urgente.


Observar o padrão da dor, localização, fatores que pioram ou aliviam é essencial.

Nem todo exame vai mostrar o que realmente causa a dor, e uma avaliação detalhada com o fisiatra é o primeiro passo para tratar de forma eficaz.

Para agendar sua consulta, entre em contato.



Abordagem interdisciplinar na dor: o que isso significa?

Tratamento efetivo de dor envolve muito mais do que só tomar remédio.

A abordagem  ideal precisa ser interdisciplinar. 

O que significa isso?

Significa integrar diferentes profissionais para cuidar de todos os aspectos da dor.

Médico, fisioterapeuta, psicólogo, educador físico, nutricionista e terapeuta ocupacional… todos trabalhando juntos buscando o bem estar do paciente, com objetivos claros e mensuráveis. 

 

Nós visamos não só reduzir a dor, mas melhorar sono, humor, energia, mobilidade e toda a qualidade de vida.

Essa abordagem reconhece que a dor crônica é complexa.

 Não existe solução única, e o tratamento precisa ser em várias frentes.

A fisiatria é a especialidade médica focada em tratamento de dor e reabilitação visando trabalhar todos esses pilares em conjunto.

Quando todos os aspectos são tratados de forma coordenada, a melhora é mais consistente e duradoura.

Para conhecer mais sobre esta forma de tratar a dor crônica, entre em contato.



Neuralgia do Trigêmeo

Nem toda dor é inflamatória ou muscular.

Algumas dores têm origem no sistema nervoso.

Na neuralgia do trigêmeo, o nervo responsável pela sensibilidade da face passa a transmitir sinais de dor de forma inadequada.

O problema ocorre na condução do estímulo nervoso.

Por que isso acontece?

Essa alteração na transmissão da dor pode ocorrer por mudanças na estrutura do nervo (como alteração na bainha do nervo), compressão ao longo do tempo (como o contato anormal e contínuo entre um vaso sanguíneo e o nervo) ou aumento da sua sensibilidade.

Quando o nervo passa a responder de forma exagerada, estímulos leves tornam-se dolorosos, mesmo sem inflamação local.

O nível de dor é muito intenso.

Os pacientes relatam dor severa a estímulos leves, como escovar os dentes ou até mesmo a brisa leve batendo na face.

Por ser causada pelo nervo, essa dor costuma não responder a analgésicos e exige uma abordagem diferente e especializada.

Qual o tratamento?

O tratamento busca intervir nos mecanismos da dor, reduzindo a excitabilidade do nervo e modulando a forma como o sinal doloroso é transmitido.

A escolha da estratégia depende da intensidade e padrão da dor, da resposta aos tratamentos prévios e condições clínicas de cada paciente.

Não existe uma única conduta para todos.

Na neuralgia do trigêmeo, buscamos mais do que tratar o sintoma, mas compreender e intervir no mecanismo da dor.

Para mais informações e agendamento, entre em contato.



Praia faz bem ou mal para quem convive com dor crônica?

O calor pode influenciar a dor ao promover vasodilatação e aumento do relaxamento muscular.

Isso pode aliviar a dor em alguns quadros e piorar em outros.

Em pessoas com dor inflamatória ativa ou edema importante, o calor excessivo pode intensificar os sintomas.

Além disso, a desidratação, comum em dias de praia, pode contribuir para:

  • fadiga
  • piora da dor muscular
  • aumento a sensibilidade dolorosa

 

O esforço físico associado à praia, como longas caminhadas na areia e carregar peso, também pode impactar quadros de dor.

Em contrapartida, o relaxamento de um dia de praia e tempo de qualidade podem trazer bem estar e alívio aos sintomas.

Por isso, a recomendação não é evitar sol e praia, mas adequar essas atividades ao tipo de dor, ao momento do tratamento e às orientações médicas recebidas.

Tudo com muito bom senso, como sempre falo por aqui.

Você costuma sentir alívio ou piora da dor após um dia de praia?



Exame de imagem e dor crônica – o que ele mostra (e o que não mostra)

Exames de imagem são ferramentas importantes na medicina, mas quando falamos de dor, existem muitos mitos relacionados a eles, porque os exames, muitas vezes, não explicam a dor.

É comum pessoas com dor crônica não terem alterações nos exames de imagem que justifiquem a dor.

Isso acontece porque nem toda dor é relacionada a lesões: a dor muitas vezes, é provocada por alterações no sistema nervoso ou causas multifatoriais que não aparecem nos exames.

Por isso, dor crônica não pode ser interpretada apenas  a partir de exame de imagem.

A avaliação clínica, a história do paciente, exame físico e compreensão do mecanismo da dor continua sendo central na condução do tratamento.

Os exames de imagem auxiliam quando:

  • ajudam a esclarecer diagnósticos específicos
  • orientam decisões terapêuticas
  • ajudam a excluir determinadas condições

Mas, quando falamos de procedimentos para tratar a dor, a imagem passa a ter um papel diferente: o de orientar com precisão o procedimento.

O ultrassom, por exemplo, permite visualizar estruturas em tempo real e aumentar a segurança e a precisão de alguns procedimentos.

Resumo: na dor crônica, a imagem tem papel complementar dentro de uma avaliação clínica cuidadosa, e papel central quando o assunto é precisão em procedimentos.

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Por que algumas pessoas sentem a dor com mais intensidade do que outras?

A dor resulta da interação entre o estímulo e a forma como o sistema nervoso o processa.

Estímulo ➔ Cérebro

Por isso, o mesmo estímulo pode gerar experiências de dor diferentes em pessoas diferentes.

Alguns fatores podem influenciar diretamente essa variabilidade da dor:

  • sono
  • estressa
  • inflamação
  • experiências dolorosas prévias
Menos sono:
  • maior excitabilidade do sistema nervoso
  • menor tolerância à dor
Estresse constante:
  • ativação contínua do sistema nervoso
  • amplificação da resposta dolorosa
Processos inflamatórios:
  • sensibilização d
  • as terminações nervosas
  • aumento da percepção dolorosa

Compreender essas diferenças permite uma abordagem mais individualizada no tratamento da dor, levando em conta todos os fatores que envolvem a experiência e a história do paciente.

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“Minha pele melhorou, mas a dor do herpes-zóster continua. Isso é normal?”

Essa é uma dúvida muito comum, e a resposta é: pode acontecer, sim.

O que acontece: o herpes-zóster não afeta só a pele. O vírus atinge o nervo.

A pele pode cicatrizar relativamente rápido, mas o nervo pode permanecer inflamado por mais tempo, o que prolonga a dor. 

Por isso, mesmo com a lesão já fechada, a dor pode estar ali. Também pode mudar de intensidade ou de característica, porque é a ação do nervo provocando essa dor. 

Quando o tratamento é iniciado precocemente, a chance dessa dor se prolongar diminui significativamente.

Dor que persiste após o herpes-zóster precisa ser tratada. 

Conte comigo para te auxiliar neste processo. 

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