Fez de tudo e a dor não passa?

“Dra. já fiz de tudo! Várias sessões de fisioterapia, tomei diferentes medicamentos e a dor continua!”

Essa queixa é mais comum do que parece. 

Isso acontece porque a dor crônica é uma condição que precisa ser tratamento contínuo e integrado, que englobe todo o estilo de vida do paciente.

E além disso, existem estratégias de tratamento que podem ser exploradas quando tem indicação. 

Um exemplo é a toxina botulínica, que tem resultados excelentes no controle da dor. 

Ela ajuda a reduzir a atividade muscular excessiva que contribui para a dor. 

 

E um detalhe importante: não basta aplicar a medicação. É importante saber exatamente qual é a estrutura envolvida e aplicar com bastante precisão. 

Por isso aplico com ultrassom na aplicação, para visualizar a anatomia em tempo real e fazer uma aplicação mais precisa.  

Muitas vezes o paciente chega acreditando que já tentou tudo, mas descobre que ainda existiam opções que apenas não haviam sido avaliadas adequadamente.

Se você convive com dor há meses ou anos, procure uma avaliação de um especialista em dor. Seu caso merece ser investigado.

Para mais informações e agendamento, entre em contato.

 

Dor Crônica = cérebro em alerta

Seu cérebro entra em modo de defesa quando sente dor por muito tempo. 

É comum em pessoas com dor, chegar um momento em que a dor começa a alterar o funcionamento do sistema nervoso. 

Isso se chama sensibilização

Imagine um alarme de incêndio extremamente sensível.

No começo, ele dispara porque realmente há fogo.
Mas depois de um tempo, ele continua tocando com o menor estímulo como o vapor de torrada. 

Na sensibilização, o sistema nervoso funciona assim: ele permanece em  estado de hiper alerta mesmo quando a ameaça da já diminuiu.

 

O corpo passa tanto tempo em estado de alerta por causa da dor que começa a reagir de forma exagerada a pequenos estímulos, como um cheiro, um som, um toque.

Com isso, o corpo todo fica mais sensível:

  • as dores aumentam
  • o cansaço piora;
  • o sono cai,
  • o corpo permanece em vigilância constante.

Essa pode ser uma das causas para que algumas pessoas sentirem dores intensas mesmo com exames aparentemente normais. É o sistema nervoso que aprendeu a funcionar em modo de proteção contínua.

Para mais informações e agendar uma consulta, entre em contato.

Músculo ou nervo?

Muita gente passa muito tempo tratando uma dor que acredita ser muscular,  mas a causa está no nervo.

Dores musculares e dores neuropáticas costumam ser confundidas, mas elas têm características diferentes.

A dor que tem origem no nervo tem alguns sintomas, como:

  • sensação de choque;
  • queimação;
  • formigamento;
  • dormência;
  • dor que “corre” pelo braço ou perna;
  • e a sensação de roupa incomodando.

Quando a gente entende qual é a estrutura que está gerando a dor, o tratamento fica mais assertivo e conseguimos melhores resultados. 

Procure um especialista em dor para o seu tratamento. 

Para agendar sua consulta, entre em contato.


Dor no nervo ou no músculo?

Dor muscular:

Geralmente está relacionada à contração ou sobrecarga do músculo.

Como costuma aparecer:

  • dor localizada
  • sensação de peso ou rigidez
  • piora ao movimentar ou pressionar

Dor no nervo (neuropática)

Ocorre quando há alteração no próprio nervo.

Como costuma aparecer:

  • queimação
  • choque
  • formigamento
  • dor que “irradia” para outra região

A origem da dor orienta o tratamento.

Abordagens, tecnologias e procedimentos diferentes são indicadas para cada caso.

Identificar o tipo de dor é o primeiro passo para tratar melhor.

Para mais informações e agendamento, entre em contato.







Movimentos sem controle? Pode ser distonia

A distonia é uma alteração neurológica do controle do movimento. distonia

O músculo contrai de forma involuntária. 

Pode aparecer como:

  • contrações repetidas
  • partes do corpo saindo da posição ou sendo “puxadas” involuntariamente
  • dificuldade de manter o movimento controlado
  • dor associada

Áreas mais comuns:

  • pescoço (desvio, rotação, sensação de estar sendo puxada)
  • pálpebras (fechamento involuntário)
  • mãos
  • face

A toxina botulínica reduz a contração dos músculos envolvidos, ajudando no controle do movimento.

A aplicação é direcionada e realizada com ultrassom para máxima precisão.

 Se você ou alguém que você ama sofre com distonia, busque tratamento.

Viver com mais autonomia e qualidade de vida é possível!





Braço endurecido, difícil de abrir? Pode ser espasticidade

Quando há uma lesão no sistema nervoso central (cérebro ou medula), pode haver alteração na comunicação entre o cérebro e o músculo.

Os sinais que deveriam controlar o movimento passam a chegar de forma desorganizada, que levam o músculo a contrair continuamente e ficar rígido.

A espasticidade é comum após:

  • AVC
  • paralisia cerebral
  • traumatismo craniano
  • lesão medular
  • algumas doenças neurológicas


Isso impacta a qualidade de vida do paciente.

Abrir a mão, caminhar, vestir, realizar higiene… hábitos rotineiros podem se tornar mais difíceis com a rigidez do músculo (e possível dor).

A toxina botulínica relaxa o músculo, facilitando o movimento e diminuindo a dor.

Fazemos a aplicação com o auxílio do ultrassom para garantir máxima precisão.

Se você sofre com espasticidade, busque tratamento.

Há formas de melhorar a função e a sua qualidade de vida.

Para agendar uma consulta, entre em contato.

Toxina Botulínica para Sialorreia

Acúmulo de saliva e dificuldade de deglutição depois de doença neurológica é muito comum e tem tratamento.

Este sintoma é comum em casos como Doença de Parkinson, Esclerose Lateral Amiotrófica e após Acidente Vascular Cerebral.

A toxina botulínica  age direto nas glândulas salivares, diminuindo o estímulo que faz produzir saliva.

Com isso, a quantidade de saliva reduz de forma controlada.

A aplicação é rápida, em pontos específicos, e o efeito dura por alguns meses.

Os resultados costumam ser excelentes, com os pacientes relatando mais conforto e confiança após o procedimento.

Já me segue para não perder mais informações como essa, e para agendar sua consulta entre em contato.

Nem toda dor na lombar vem da coluna – entenda como diferenciar

  1. Dor de origem muscular:
  • Dor localizada, que piora ao usar o músculo específico ou após esforço.
  • Geralmente melhora com alongamento ou fisioterapia.
  1. Origem articular ou ligamentar:
  • Dor profunda, às vezes com rigidez pela manhã.
  • Pode limitar certos movimentos, mas não aparece necessariamente no exame de imagem.
  1. Dor referida:
  • Dor lombar causada por problemas em outra região, como quadril, abdômen ou até fibromialgia.
  • Muitas vezes a dor muda de lugar ou tem sensação difusa.
  1. Sinais de alerta:
  • Dor súbita intensa, febre, perda de força ou alterações sensoriais.
  • Esses sinais indicam a necessidade de avaliação urgente.


Observar o padrão da dor, localização, fatores que pioram ou aliviam é essencial.

Nem todo exame vai mostrar o que realmente causa a dor, e uma avaliação detalhada com o fisiatra é o primeiro passo para tratar de forma eficaz.

Para agendar sua consulta, entre em contato.



Abordagem interdisciplinar na dor: o que isso significa?

Tratamento efetivo de dor envolve muito mais do que só tomar remédio.

A abordagem  ideal precisa ser interdisciplinar. 

O que significa isso?

Significa integrar diferentes profissionais para cuidar de todos os aspectos da dor.

Médico, fisioterapeuta, psicólogo, educador físico, nutricionista e terapeuta ocupacional… todos trabalhando juntos buscando o bem estar do paciente, com objetivos claros e mensuráveis. 

 

Nós visamos não só reduzir a dor, mas melhorar sono, humor, energia, mobilidade e toda a qualidade de vida.

Essa abordagem reconhece que a dor crônica é complexa.

 Não existe solução única, e o tratamento precisa ser em várias frentes.

A fisiatria é a especialidade médica focada em tratamento de dor e reabilitação visando trabalhar todos esses pilares em conjunto.

Quando todos os aspectos são tratados de forma coordenada, a melhora é mais consistente e duradoura.

Para conhecer mais sobre esta forma de tratar a dor crônica, entre em contato.



Neuralgia do Trigêmeo

Nem toda dor é inflamatória ou muscular.

Algumas dores têm origem no sistema nervoso.

Na neuralgia do trigêmeo, o nervo responsável pela sensibilidade da face passa a transmitir sinais de dor de forma inadequada.

O problema ocorre na condução do estímulo nervoso.

Por que isso acontece?

Essa alteração na transmissão da dor pode ocorrer por mudanças na estrutura do nervo (como alteração na bainha do nervo), compressão ao longo do tempo (como o contato anormal e contínuo entre um vaso sanguíneo e o nervo) ou aumento da sua sensibilidade.

Quando o nervo passa a responder de forma exagerada, estímulos leves tornam-se dolorosos, mesmo sem inflamação local.

O nível de dor é muito intenso.

Os pacientes relatam dor severa a estímulos leves, como escovar os dentes ou até mesmo a brisa leve batendo na face.

Por ser causada pelo nervo, essa dor costuma não responder a analgésicos e exige uma abordagem diferente e especializada.

Qual o tratamento?

O tratamento busca intervir nos mecanismos da dor, reduzindo a excitabilidade do nervo e modulando a forma como o sinal doloroso é transmitido.

A escolha da estratégia depende da intensidade e padrão da dor, da resposta aos tratamentos prévios e condições clínicas de cada paciente.

Não existe uma única conduta para todos.

Na neuralgia do trigêmeo, buscamos mais do que tratar o sintoma, mas compreender e intervir no mecanismo da dor.

Para mais informações e agendamento, entre em contato.