mar 12, 2026 | Dor Crônica, Fisiatria |
Para responder a essa pergunta, primeiro vamos entender a diferença entre dor aguda e dor crônica.
A dor muscular aguda está relacionada a sobrecarga, esforço ou inflamação transitória e tende a melhorar conforme o tecido se recupera.
Já na dor crônica, o mecanismo é diferente. Ela pode persistir mesmo quando não há uma lesão muscular ativa.
Dor crônica é uma dor que persiste após 3 meses.
Mas, além do tempo, a diferença está em como o sistema nervoso passa a processar os estímulos dolorosos.
Em alguns casos, quando a dor muscular é mal controlada, o sistema nervoso pode se tornar mais sensível aos estímulos.
Isso de ser influenciado por inflamação persistente, não respeitar o repouso, qualidade do sono, estresse e experiências prévias de dor.
Por isso, uma dor muscular pode evoluir para dor crônica em determinadas situações, mas isso não é uma regra, e nem acontece de forma igual para todas as pessoas.
Compreender essas diferenças ajuda a orientar a abordagem mais adequada para cada paciente.
E lembre-se: seja aguda ou crônica, dor tem tratamento, e eu estou aqui para te auxiliar neste processo: entre em contato.
mar 10, 2026 | AVC, Fisiatria, Reabilitação |
- Quanto mais cedo começa a reabilitação, melhores são os resultados.
- O cérebro tem capacidade de responder, mas precisa do estímulo correto e repetição.
- Dor mal controlada atrapalha a evolução.
- Não subestime o repouso indicado pelo médico. Nem o movimento.
- A reabilitação não é só física. Envolve autonomia, confiança e qualidade de vida.
Cada AVC é único, não existe protocolo padrão para todos.
Reabilitação não é voltar ao que era antes. É construir um novo caminho possível.
Para mais informações sobre atendimento, entre em contato.
mar 4, 2026 | Dor Crônica, Empatia, Fibromialgia, Fisiatria |
Sentir dor exige um gasto constante do sistema nervoso, pois ela mantém o organismo em estado de alerta contínuo, o que consome energia física e mental.
Portanto, a dor pode causar fadiga, mesmo quando não há esforço físico.
Existe uma forma simples de explicar isso, conhecida como teoria das colheres.
Teoria das colheres
Imagine que cada pessoa acorda com uma quantidade limitada de energia disponível ao longo do dia (simbolizada por um número de colheres).
Para quem convive com dor crônica, parte dessa energia é usada apenas para lidar com a dor.
Atividades comuns como trabalhar, interagir e manutenção da rotina passam a exigir mais esforço.
Ou seja, a pessoa com dor “gasta mais colheres” somente com o estresse do corpo em processar a dor.
Isso explica por que a fadiga pode acompanhar a dor crônica.
Na dor crônica, o gasto energético contínuo do sistema nervoso contribui para o surgimento da fadiga.
Dor não é só local, é sistêmico.
Por isso, o tratamento precisa englobar todas as áreas da vida do paciente.
Para agendar sua consulta, entre em contato.
fev 23, 2026 | Dor Crônica, Dor lombar |
Dor que não passa não é normal.
Muita gente acha que dor nas costas faz parte da rotina adulta, que é normal da idade, do trabalho… mas não é. Dor é sinal que tem algo errado.
Quando a dor lombar é persistente, pode ser sobrecarga do músculo, alteração articular, inflamação ou até tensão acumulada.
E dor lombar não tem nada a ver com postura. Isso é um mito, não tem evidências científicas que comprovem essa relação.
É comum ver os pacientes com dor lombar sem tratamento, forçarem posições diferentes, movimentos, que podem sobrecarregar outras regiões, criando um ciclo que só piora o quadro.
Dor não é algo pra se acostumar, é um sinal do corpo de que há algo para ser investigado, ajustado e tratado.
Conte comigo para te auxiliar neste processo.
jan 28, 2026 | Fisiatria |
O ultrassom:
- Permite visualizar músculos, nervos e articulações em tempo real
- Aumenta a precisão da infiltração e dos bloqueios
- Reduz riscos e efeitos colaterais, principalmente em locais delicados, como pescoço
- Melhora a eficácia do tratamento
- Torna o procedimento mais seguro e confortável para o paciente
Para agendar sua consulta entre em contato.
jan 21, 2026 | Dor Crônica, Emoções do paciente |
Estresse tem muito mais a ver com dor do que parece.
Quando você vive em estado de tensão, o corpo também entra em alerta.
Os músculos ficam mais contraídos, a respiração muda e o sistema nervoso se torna mais sensível.
Isso faz com que dores apareçam com mais facilidade, maior duração e frequência.
A própria contração muscular que acontece quando estamos tensos já causa dor, muito comum no trapézio, pescoço e ombros, por exemplo.
Por isso, tratar dor não é olhar só para o local que dói.
É entender que todo o seu estilo de vida contribui para uma vida com mais ou menos dor.
Para mais informações e agendamento, entre em contato.
jan 16, 2026 | Fisiatria, Reabilitação, Uncategorized |
- ignorar dor persistente achando que é normal.
- copiar exercícios e indicações da internet ou de outras pessoas.
- pular etapas por ansiedade de melhorar logo.
- não ter um plano de tratamento feito por um médico especialista. O fisiatra é o médico especializado em reabilitação e dor, criando um plano multidisciplinar que olha o paciente como um todo, incluindo o seu estilo de vida, rede de apoio, procedimentos e estratégias terapêuticas.
- comparar a realidade atual, em reabilitação, com a realidade de antes. O fator emocional pode ser um aliado ou um sabotador do processo. Jogue do seu próprio lado.
Reabilitação precisa de estratégia, acompanhamento e paciência. Pular etapas pode custar mais tempo e energia depois.
Para agendar sua consulta, Para mais informações e agendamento, entre em contato.
jan 8, 2026 | Fisiatria |
Em muitos casos, sim, ainda dá tempo, desde que o procedimento seja bem indicado.
Dependendo da causa da dor, podemos lançar mão de infiltrações, bloqueios ou toxina botulínica, que ajudam a reduzir dor e inflamação, provocando alívio prolongado.
Esses procedimentos, quando são guiados por ultrassom, permitem visualizar exatamente o local tratado, aumentando a precisão, a segurança e a chance de bons resultados.
Mas cada caso precisa ser avaliado individualmente.
Nem toda dor pede procedimento, e a indicação certa faz toda a diferença. Além disso, é indicado fazer com alguns dias antes da viagem, para garantir que você vá viajar sem nenhum desconforto.
Para agendar sua consulta, entre em contato.
jul 9, 2025 | Dor Crônica, Fisiatria |
Musculação, surfe, corrida… e aquela dor que sempre aparece no fim do treino.
Se, ao fazer uma atividade física o seu ombro trava, o joelho dói ou a lombar reclama… é um sinal de alerta.
Uma dor local e repetida pode ser um sinal de que algo precisa ser investigado com mais profundidade.
No consultório, observo muitos pacientes que treinaram por anos com dor sem saber o que realmente estava acontecendo (o que pode intensificar o problema).
A dor é um tipo de comunicação do corpo. Você tem escutado o seu?
Para mais informações e agendamento, entre em contato.
jul 4, 2025 | Dor Crônica, Emoções do paciente, Empatia |
Tentar de tudo: remédios, fisioterapia, profissionais renomados, repouso e atividade… e nada trazer alívio.
Você convive com dor há tanto tempo que ela virou parte do seu dia a dia?
Já atendi tantos pacientes com esta mesma queixa! Que sentem dor há anos e seguem ouvindo que este é o normal.
Que é pra acostumar. “Todo mundo com dor crônica sente isso”.
Mas eu, como médica fisiatra, questiono: será que precisa mesmo ser assim?
Existem abordagens diferentes para cuidar da dor.
Através da escuta, exame físico, tecnologia e técnica, é possível montar um plano de tratamento que não apenas acolha quem sente dor, mas que ajude a alcançar objetivos claros, bem definidos em consultório.
Não é que você está exagerando. Você não foi escutado da forma certa ainda.
Só entende a dor, quem sente.
Toda dor merece ser ouvida e tratada com acolhimento e técnica.
Envie para a pessoa que precisa ler isso.