Terapia do riso pode ajudar no tratamento da dor

O estudo “Terapia do Humor: Aliviando a Dor Crônica e Aumentando a Felicidade para os Idosos”, mostrou que o humor pode ajudar a diminuir a sensação de dor.

 

Como foi o estudo?

Pesquisadores fizeram um estudo experimental com dois grupos de idosos que sofriam com dor crônica há mais de 3 meses, em uma casa de repouso.

Grupo 1 – Participou do programa “Terapia do Humor”.
Grupo 2 – Não participou (grupo de controle).

 

Como era o programa?

1 hora por semana, durante 8 semanas.

Os participantes faziam trabalhos com estímulos, como: livros e fotos engraçadas, piadas do dia, áudios e vídeos engraçados, desenhos animados, notícias engraçadas, reflexões…

Além disso, eram estimulados a priorizar o humor em suas vidas cotidianas, rindo e compartilhando as histórias engraçadas que vivenciara.

 

Depois do programa de terapia do riso:

Grupo 1 – Diminuição da dor e da percepção da solidão. Aumento significativo na felicidade e satisfação com a vida.
Grupo 2 – Não houve alterações significativas.

 

O que isso significa?

Rir, se divertir, assistir comédias, buscar o humor, pode ajudar como forma complementar no tratamento.

O estudo afirma que a “Terapia do Humor é uma intervenção não farmacológica eficaz!”.

Médicos e outros profissionais de saúde podem incorporar o humor, o riso e a alegria no cuidado com seus pacientes.

O que fazer em uma crise de Fibromialgia?

Uma crise de fibromialgia é um período de agravamento dos sintomas. A pessoa pode sentir:

  • Dor intensa
  • Fadiga intensa (cansaço)
  • Dificuldades de concentração
  • Problemas de memória
  • Distúrbios intestinais
  • Insônia

Esses períodos podem durar dias ou meses, e a pessoa pode sentir muita dificuldade em realizar tarefas do dia a dia.

Cada atividade demanda muita mais energia para uma pessoa em crise de fibromialgia do que para uma pessoa comum.

Quando a crise chegar, tente focar em lidar com ela da forma mais leve possível. Ou seja, acolha-se, respeite seu ritmo, não caia na cilada de se culpar!

Tratar-se com carinho e respeitar os limites do seu corpo são dicas fundamentais.

Movimente-se!

Muita gente acha que em uma crise de dor o ideal é ficar totalmente parado, mas isso traz o efeito contrário.

Atividades físicas leves ajudam a aliviar os sintomas a longo prazo. O ideal é conversar com seu médico para, juntos, decidirem a melhor opção para você.

Contar com a compreensão da rede de apoio, familiares e colegas de trabalho.

É essencial que as pessoas que convivem com o paciente de fibromialgia tenham consciência que esses períodos vão acontecer e que precisam ser acolhidos.

Dor Crônica após AVC

Já ouviu falar de dor crônica após AVC?

Alguns estudos apontam que 50% dos pacientes de AVC podem sofrer com síndromes dolorosas pós-AVC.

Porém, nem sempre essa dor tem a devida atenção: um estudo mostrou que 2/3 dos pacientes com dor central pós AVC tiveram tratamento inadequado da dor ou não foi prescrito nenhum tratamento.

E isso é muito sério!

A dor crônica após AVC é um preditor de suicídio. Ou seja, é urgente que os profissionais de saúde investiguem a fundo as dores dos pacientes que sofreram AVC.

Síndromes de dor pós-AVC mais comuns:

  • Dor central pós-AVC
  • Síndrome dolorosa complexa regional
  • Dor musculoesquelética, incluindo subluxação do ombro
  • Dor relacionada à espasticidade
  • Dor de cabeça pós-AVC

Fatores de risco para dor pós-AVC:

  • Risco aumenta com a idade do acidente vascular cerebral
  • Aumento do tônus muscular
  • Redução de movimentos das extremidades
  • Déficits sensoriais (alteração na sensação de tato, dor, temperatura…)
  • O AVC isquêmico é mais frequentemente associado à dor do acidente vascular cerebral hemorrágico

Desafios na identificação da dor pós-AVC:

O principal desafio é a dificuldade do paciente em relatar a dor.

Embora existam várias escalas de classificação para a dor, nenhuma é específica para a avaliação da dor pós-AVC.

Portanto, cabe co médico aplicar as técnicas que considerar mais adequadas para identificar a dor em cada paciente, nunca subestimando a potencial dor após AVC que pode estar acontecendo.

Há muito o que enfrentar, mas você não está sozinho!

 

📌 Referências:

“Post Stroke Pain: Identification, Assessment and Therapy”. HARRISON, R.; FIELD, T.; 2015.

Para mais informações sobre atendimento, entre em contato.

5 palavras que quem teve um AVC precisa ter em mente

5 palavras para quem teve um AVC copiar e colar na geladeira, para não esquecer!

 

1.Processo

Reabilitação é processo. Foque nos pequenos passos, um após o outro.

Crie o hábito de se parabenizar por cada pequena conquista alcançada, por cada dia vencido. Você merece!

 

2.Aceitação

Em muitos casos, o AVC muda a vida inteira do paciente e nem sempre é fácil aceitar essas mudanças.

Mas, mudanças e desafios não significam que não seja possível enxergar beleza e coisas boas na vida.

Trabalhar a aceitação é fundamental para o tratamento e bem estar emocional.

 

3.Terapia

Acompanhamento psicológico é muito importante para ajudar a digerir e entender as mudanças que o AVC traz.

Cuidar das emoções também faz parte do tratamento!

 

4. Confiança

Confiar no médico é fundamental.

Busque um médico que trate o paciente como um todo, que envolva a família e tenha sensibilidade necessária para criar um plano de reabilitação que se encaixe na sua realidade.

 

5.Comprometimento

Ter compromisso com o tratamento é ter compromisso com você mesmo. Se priorize. Se ame!

5 atitudes que podem ajudar a melhorar os movimentos após AVC

Um AVC pode trazer sequelas que prejudicam os movimentos, mas é possível melhorar a mobilidade e, em alguns casos, recuperar os movimentos. Algumas atitudes ajudam a potencializar essa melhora:

 

1.Estimular corretamente

É importante estimular os movimentos de forma correta, seguindo as orientações do fisioterapeuta.

 

2.O plano de reabilitação deve ser completo

A reabilitação deve trabalhar todas as áreas da vida do paciente!

É importante acolher e instruir toda a família, olhar para a pessoa como um todo e bolar um plano de tratamento que se encaixe na realidade do paciente e que ele consiga cumprir.

 

3.Tratar a espasticidade

Se os músculos ficaram duros após o AVC, pode ser que você esteja com espasticidade, e isso compromete os movimentos.

Tratar a espasticidade com toxina botulínica, por exemplo, ajuda muito na recuperação dos movimentos.

 

4.Comprometimento com o tratamento

Ter disciplina é fundamental. Se comprometer com o tratamento é se comprometer com você!

 

5.Cuidar do emocional

Entender e aceitar que a vida mudou pode ser um processo difícil.

Focar no processo, comemorar cada pequena conquista e, se possível, fazer terapia, são atitudes que ajudam muito no sucesso do tratamento!

Dor tem tratamento!